Tubarões

Os tubarões vivem nos nossos oceanos há mais de 420 milhões de anos o que faz deles animais mais velhos do que os dinossauros!

Os seus cérebros evoluiram para se tornarem mais inteligentes e dedicados aos seus sentidos, principalmente o sentido de olfacto. Existem mais de 500 espécies de tubarão nos oceanos e no SEA LIFE Porto vai poder descobrir algumas delas!

O SEA LIFE Trust colabora estreitamente com o Shark Trust para acabar com a pesca de tubarão para a recolha de barbatanas. O SEA LIFE orgulha-se igualmente de liderar o programa de reprodução dos tubarões de pontas negras.

O SEA LIFE Trust dedica-se a proteger tubarões em estado selvagem.

O SEA LIFE tem vários projectos de reprodução de tubarões em actividade como é o caso do European Blacktip Reef Shark breeding programme.

O SEA LIFE Trust dedica-se a proteger tubarões em estado selvagem.

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O SEA LIFE Trust dedica-se a proteger tubarões em estado selvagem.

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O SEA LIFE tem vários projectos de reprodução de tubarões em actividade como é o caso do European Blacktip Reef Shark breeding programme.

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O SEA LIFE tem vários projectos de reprodução de tubarões em actividade como é o caso do European Blacktip Reef Shark breeding programme.

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Tubarão de Pontas Negras

 

Adoramos os nossos tubarões de pontas negras, eles são tubarásticos! E com as manchas negras proeminentes nas suas barbatanas também são fáceis de encontrar.

 

Vivem nos recifes de coral do oceano indico e pacífico, em águas de pouca profundidade e junto à costa.

 

Estes tubarões são vivíparos o que significa que dão à luz os seus bebés em vez de porem ovos. Nos seus primeiros anos, os pequenos Pontas Negras são atacados por peixes maiores como Garoupas, Tubarões Cinzentos, Tubarões Tigre ou até Tubarões de Pontas Negros mais velhos. Os juvenis utilizam habitualmente os mangais para se protegerem entre as raizes das árvores onde os tubarões maiores não conseguem chegar.

 

Como a maioria dos tubarões, quando parado, não consegue bombear a água para as brânquias, de modo a respirar. Necessita, portanto, de forçar a entrada da água pela boca, para que passe pelas brânquias e saia pelas fendas branquiais. E consegue-o nadando incessantemente. 
Por outro lado, a ausência de bexiga-natatória (uma espécie de “bóia” interna), um órgão hidrostático existente noutros animais, dificulta a sua flutuação. Estas duas características são as responsáveis pela maioria dos tubarões nadar incessantemente, pois, se por algum motivo pararem, afundam e/ou morrem por asfixia.